Economia de Informação, Social Networks Africa, twitter e facebook em Africa

Economia de Informação, redes sociais e inovação

Entro para 2010 dominado pela Economia da Informação , observando alguns dados apresentados sob estatísticas, relacionados com as redes sociais que vão dominando milhões de usuários de internet no Mundo, com principal destaque para as duas principais redes sociais, nomeadamente o Facebook e o Twitter. Nas minhas buscas identifiquei uma empresa online de nome Chitika, especializada em assuntos estatísticos e marketing online, a qual considera que os usuários das redes sociais e os internautas em geral lêm mais posts do Twitter e menos do Facebook. Uma espécie de reflexo desta propagada em números.

O Facebook, a maior rede social do Mundo actualmente, só tem 18% de usuários que lhe buscam noticias, enquanto que cerca de 28% dos inquiridos na pesquisa absorve notícias na rede twitter.

Com as inovações da web e os ripple effect gerados nas redes sociais hoje a economia da informação já não é algo de ignorar completamente no cenário internacional e nas relações economicas, políticas e sociais. Aliás esta evolução das redes sociais já criou novas unidades económicas empresariais de sucesso a nível mundial como são os casos da Gooogle, do Yahoo e outras plataformas, e também contribuiu para que agentes económicos. Há empresas que apostam em investir nas redes sociais e nem a Microsoft fica alheia ao negócio.

Portanto, para muitos ainda é importante encontrar os melhores caminhos para distribuir conteúdos na web. Ha um debate sobre o uso de redes sociais em Africa aqui e dados recentes disponíveis no Jornal Francês Le Monde aqui que nos ajudam a ver quais são as tendências da economia de informação.

Em jeito de reflexão preocupa-me saber como é que Moçambique assume estas novas tendências de sociabilidade internacional e de criação de novos mercados através da internet e das redes sociais, sob risco de o país olhar para os modelos teóricos contemporrâneos de crescimento e desenvolvimento económico e social ignorando estas novas tendências do século XXI. EM Moçambique e no mundo em geral, a economia da informação não se dissocia da economia e gestão do conhecimento, mas a lógica indica que informação é que gera conhecimento após ser processada de forma adequada pelos cidadãos, o que pressupõe que todos precisamos de informação.

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